O século XXI
está sendo marcado pelo aceleramento da tecnologia eletrônica, com atenção
especial para a informática, o computador e a Internet.
Atualmente, o
meio em que vivemos está permeado pelo uso de técnicas e recursos tecnológicos,
fazendo do computador uma ferramenta que vem auxiliar o processo
ensino/aprendizagem nas questões do cotidiano trazidas até a sala de aula. É
muito importante o compromisso do docente e a escola deve impor-se de
questionar e discutir os aspectos da informática dentro da evolução da
sociedade juntando nesse processo as transformações às vezes não percebíveis.
Os meios de
comunicação são verdadeiras “extensões do homem”, devemos usa-los desde a
infância num sentido construtivo. Desde o pré-escolar até o 2º grau, a matéria
da comunicação e expressão deveria receber uma ênfase maior, promovendo o
crescimento integral das pessoas de todas as classes sociais adotando para
tanto varias formas de comunicação, tais como as alternativas, participatória,
militante, popular, de resistência e por que não a folclórica ou tradicional.
Através das relações diárias, o ser universal (o homem) pensa, sente e age a
todo instante através das relações sociais de que fazem parte. É preciso haver
uma educação voltada para a cidadania. As pessoas agem a partir de uma relação
de trocas culturais, modificam a si mesmas, aos outros e à natureza. Interagem
o tempo todo.
No mundo inteiro
o rádio e a TV e mais recentemente os computadores passaram a formar parte da
bagagem instrumental da chamada Tecnologia Educativa. O desafio da escola hoje
é preparar as crianças para enfrentarem o mundo do trabalho. Mesmo antes de
chegarem a escola, as crianças recebem informações em suas casas. O educador
não pode se neutralizar diante da forte influência lançada pela mídia, é
necessário cuidado. Afinal, informação não é sinônimo de conhecimento.
É importante que
educador e educando aprendam a selecionar as informações apropriadas,
verificando e identificando suas proveniências, quem as criou, divulgou-as e
qual a intenção das mesmas. Informação ou consumismo?
Entretanto, torna-se necessário relacionar teoria e prática para que possamos perceber nos mais diversos meios das tecnologias a importância de avançarmos enquanto educadores e educandos. Dessa forma, o uso da tecnologia vem proporcionar a todos uma nova forma de pensar e de transformar diante desse novo mundo globalizado.
Entretanto, torna-se necessário relacionar teoria e prática para que possamos perceber nos mais diversos meios das tecnologias a importância de avançarmos enquanto educadores e educandos. Dessa forma, o uso da tecnologia vem proporcionar a todos uma nova forma de pensar e de transformar diante desse novo mundo globalizado.
Se por um lado é
impensável ignorar a importância da tecnologia na vida de jovens do mundo
inteiro, por outro o uso dessa tecnologia na sala de aula ainda gera grandes
debates entre educadores e acadêmicos.
Como transformar
os investimentos (muitas vezes altos) em tecnologia em ideias que de fato
melhorem o desempenho e aprendizado dos alunos?
O tema foi
discutido em São Paulo, em um seminário recente da Fundação Santillana e da
Unesco (braço da ONU para educação e cultura).
Não há consenso
sobre o assunto, e muitos estudos ainda não encontraram correlações diretas
entre uso da tecnologia e melhor aprendizado.
Mas observadores
acreditam que se internet, tablets, computadores, aplicativos e outras
plataformas forem usadas para estimular a imaginação dos alunos e amparar o
trabalho do professor, com objetivos claros, podem ter impactos positivos não
apenas nas notas, mas no desenvolvimento de habilidades e no engajamento dos
estudantes.
Tablets
estão ganhando o espaço de laptops e desktops
Mais barato e portátil, o tablet tende a ganhar espaço. O tradicional colégio Bandeirantes, em São Paulo, tem um projeto-piloto de uso de tablets equipados com AppleTV a partir do 6º ano, para substituir as salas de informática (que drenavam recursos, tanto para a manutenção dos servidores quanto para atualização dos equipamentos).
Mais barato e portátil, o tablet tende a ganhar espaço. O tradicional colégio Bandeirantes, em São Paulo, tem um projeto-piloto de uso de tablets equipados com AppleTV a partir do 6º ano, para substituir as salas de informática (que drenavam recursos, tanto para a manutenção dos servidores quanto para atualização dos equipamentos).
O documento da
Unesco vê o tablet individual – seja comprado pelos pais ou emprestado pelo
poder público – como uma tendência de médio prazo na educação.
Pedró, da
Unesco, afirma que desktops e laptops continuarão sendo úteis para trabalhos
escritos e para equipar alunos carentes que não tenham acesso à tecnologia.
Mas existe uma
tendência de governos aproveitarem mais os equipamentos móveis que já são
possuídos pelos próprios estudantes (smartphones e tablets) e focarem seus
investimentos em aplicativos e redes potentes.


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